Definida como doença crônica do fígado, irreversível, na qual ocorreu destruição difusa e regeneração de células parenquimatosas desse órgão, e no qual o aumento difuso de tecido conjuntivo resultou em desorganização da arquitetura vascular e lobular. Existem várias classificações propostas para a cirrose hepática, sendo comumente mais adotados dois tipos: morfológica e etiológica, alguns consideram útil o critério funcional.
Ao se estudar a etiologia da cirrose, observa-se que há causas adquiridas e congênitas (genéticas). Por vezes, entretanto não se consegue identificar a causa (cirrose causa desconhecida). A classificação funcional pode ser importante, pois em geral permite avaliar a existência de insuficiência hepática, de hipertensão portal e possibilita o estudo evolutivo. A etiologia da cirrose é multifatorial.
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