A hiperidrose é caracterizada pela transpiração abundante localizada principalmente nas axilas, mãos, face e pés.
A doença pode acometer outras partes do corpo como o tronco e o couro cabeludo.
A hiperidrose atinge pessoas que estão entre a faixa etária adolescente-jovem-adulto, e incide entre 1% e 2% da população.
Os sintomas são muito angustiantes e constrangedores, acarretando enormes prejuízos sociais, profissionais e, sobretudo, psíquicos aos seus portadores.
Ela aparece na infância e permanece o resto de sua vida e o agravamento dos sintomas ocorre geralmente na puberdade.
A incidência é igual para ambos os sexos, entretanto, o suor excessivo nas axilas predomina mais nas mulheres.
Hiperidrose - Suor Excessivo
A sudação é extremamente variável de indivíduo para indivíduo, conforme idade, sexo, raça e é influenciada por fatores endógenos e exógenos. A sudação excessiva é a hiperidrose. O odor desagradável do suor é a bromidrose e é relacionada à associação do suor com bactérias da pele e, eventualmente a fungos. A alteração da cor é a cromidrose. A ausência de sudorese denomina-se anidrose.
A hiperidrose pode ser generalizada e habitualmente é ligada a exercícios físicos e fatores emocionais. Pode ser secundária por obesidade, hipertireoidismo, menopausa, doenças psiquiátricas, tuberculose, feocromocitoma, acromegalia e linfoma.
De interesse maior são as hiperidroses localizadas ou regionais: (hiperidrose primária), palmar, axilar, plantar e craniofacial que ocorrem associadas ou separadas e cuja intensidade podem causar desconforto e alterar o comportamento psicosocial do indivíduo.
A hiperidrose é uma disfunção do Sistema Nervoso Autônomo Simpático que se expressa por exagero da sudorese na região afetada e é influenciada por fatores emocionais, habitualmente intermitente e, ligada a reação de excitação, angústia, ansiedade, medo ou drogas estimulswantes como cafeína, chá ou refrigerante tipo “cola”.